terça-feira, 26 de outubro de 2010
Que seja doce.
Por vezes me senti fatigado. Não sei bem o porque, não saberia explicar, mas tudo me cansava... As pessoas, as coisas, os dias, a cidade toda era um saco. Me entende, cara? Aposto que não entende, mas vai dizer que sim. Tudo bem. Eu não me importo mais se me entendem ou não, sabe por que? Porque ela me entende. Ela, só ela. Me meti num grande clichê e pela primeira vez não estou me importando mesmo. Que se danem-os todos. Amor é isso mesmo. Amor é clichê. Eu sou clichê. Somos. Me sinto feliz, você não? Olha, eu tenho ela, tenho à mim. Nos temos. Não me venha com frases desanimadas, não me diga que o fim é sempre próximo. Já te falei que não me importa. Nada me importa, nada além dela, de nós, do nosso mundo. Como dizia meu querido Caio: "Que seja doce!", repito isso para mim mil vezes ao dia. E será!
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