quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Esteban Tavares - Sophia ♫



Sei que eu não vou ser o primeiro e talvez não seja o último a falar por ter medo de te perder. Quero ver como tudo é lá fora mas você ainda não me deixa entrar por medo de também querer. Sabe aqueles caras que hoje passam por aí? Eles me lembram outro cara que um dia eu conheci. Quando ele viu você não soube o que falar, por medo de ouvir uma resposta que fizesse o coração parar. Mas se eu fosse você, daria uma chance pra tentar, Sophia. Quero saber o que sente agora, se ainda sonha ou continua a pensar que nada disso vai valer. Ainda não sabe me dizer direito se me deixa ou se me põe no peito. Eu sei, tem medo de se arrepender. Sabe aqueles dias que nunca vão se apagar? Que os outros caras só queriam ocupar o meu lugar. Quando eu vi você não soube o que falar , por medo de ouvir uma resposta que iria me fazer ficar, e se eu fosse você daria uma chance pra voltar. Então me diz Sophi,a o que eu posso fazer; (Só quero uma chance de viver) pra te ter dentro da minha vida e fora da minha tv; (Não posso esperar.) Quando você me vê já sabe o que falar, não tenha medo de dizer alguma coisa pra fazer minha vida mudar. E quando eu ver você, queria uma chance pra ficar, Sophia.

domingo, 6 de setembro de 2009

Pensamentos desorganizados.

Dia de chuva... É. Eu tenho tantos pensamentos aqui, estou tão disposta a escrevê-los, mas estão numa esfera tão desorganizada que não há condições de serem descritos. Bom, vamos lá, vou começar com a minha aleatoriedade maluca. O que são as escolhas? Quantas vezes você já se precipitou fazendo uma escolha e se arrependeu? Eu sou tão boa em fazer essas coisas que as vezes até me assusto, rs. E os sonhos? Você vive de sonhos? Eu não vivo. Gosto de viver da realidade, de coisas concretas. Sonhos são para pessoas, hm, não diria fracas, mas eu não sei identificar como elas são direito. Acho até que não são fracas, e sim, fortes. É, fortes. Até porque, quando se vive de sonho precisa ter muita força, se o sonho não der certo o tombo é muito maior, muito mais doloroso. Eu não gosto de me machucar - na verdade ninguém gosta, acho eu - na verdade gosto muito de colocar uma barreira antes de tudo. É uma espécie de proteção, vai. Sofrer não é pra mim, sou muito exagerada e quando sofro, sofro demais e desesperadamente, fica até chato demais, talvez sofra até quando não existe mais motivo pra sofrer. E o amor? Parece até que eu gosto muito de falar de amor, porque há vários posts aqui, e sempre os que eu escrevo falo de amor, dor de cutuvelo e hm, deixa pra lá. Acho que vou pular essa parte, porque eu não ando muito bem com o amor, ah* Eu tinha um amor, até ontem. Um amor avassalador, que eu gostava muito de ter. Que me fazia bem, me fazia sentir completa. Agora eu o tenho - ou quase isso - mas não é como antes. Acho as pessoas tão burras - eu mais ainda - e as vezes isso me irrita. Vivem reclamando que não acham quem amar e quando acham desperdiçam o amor. Nunca nada é suficientemente bom pra ninguém. Tem sempre que arrumar um defeito e acabar com tudo - tudo mesmo - argh. Meu amor fazia tudo por mim, tão linda, tão perfeita. Sempre querendo me agradar, sinto falta disso. Mesmo que não tenha passado nem 24 horas completas, sinto que já se passaram uma eternidade. Mas não está na hora de voltar atrás e magoá-la, é. Vou esperar mais um pouco, dar um pouco mais de tempo para mim mesma. Peço que não me esqueça, pequena, ainda temos tanta coisa para viver, temos tantos planos para se realizarem. E chega, isso ainda me machuca, e eu estou colocando a barreira aqui, agora. E a barreira vale para tudo, até mesmo para o fim do post. "Você faz toda a solidão simplesmente desaparecer(...) Você é a única que faz isso parecer o lar e eu preciso de você na minha vida. Quando você não está por perto eu sinto que um pedaço de mim está faltando".

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

De manhã.

O hábito de estar aqui agora aos poucos substitui a compulsão de ser o tempo todo alguém ou algo. Um belo dia – por algum motivo é sempre dia claro nesses casos – você abre a janela, ou abre um pote de pêssegos em calda, ou mesmo um livro que nunca há de ser lido até o fime então a idéia irrompe, clara e nítida: É necessário? Não. Será possível? De modo algum. Ao menos dá prazer? Será prazer essa exigência cega a latejar na mente o tempo todo? Então por quê? E neste exato instante você por fim entende, e refestela-se a valer nessa poltrona, a mais cômoda da casa, e pensa sem rancor: Perdi o dia, mas ganhei o mundo. (Mesmo que seja por trinta segundos.)

Paulo Henrique Britto.