Eu não sei o que tens feito comigo, mas tens me feito um bem. Quanto mais te tenho perto, mais perto quero que fiques. Mais quero que as horas contigo sejam interminaveis. Meus abraços e beijos que tem sido tão seus e que vão continuar a ser por todo um enorme período de tempo. Você e eu, num conjunto todo, formando uma coisa só. Quero sempre mais de ti, mais de mim, mais de nós. Que não se acabe, que seja doce. Que seja inesquecivel. Que sintas as mesmas coisas que eu. Que dividas os mesmos sentimentos, vontades e saudades. Que seja assim, único pra ti como tem sido pra mim. Assim, desse jeito só nosso.
quinta-feira, 29 de julho de 2010
terça-feira, 27 de julho de 2010
Neblinado.
Pode até chegar a soar um pouco estranho, não acha? Certos dias sentimos falta de coisas que nunca nem imaginamos que sentiríamos. Sabe aquelas coisas que nunca nos fizeram falta antes mas que acabam nos fazendo falta hoje? É estranho. Eu sei. E sei que você também sabe. Você acaba se sentindo estranho também, não é? Sei que sim. Quero dizer, não é assim só contigo. É comigo também. Talvez com outras pessoas. Sentimentos recíprocos. Você compreende? As vezes sinto como se nada fosse ser como antes. Mas, uma hora, sempre sinto como se estivesse tendo uma espécie de deja vu. Já se sentiu assim? Como se, tudo fosse igual só que ao mesmo tempo diferente. Sei lá. Tudo acaba ficando muito confuso, neblinado. Mas apesar de tudo, você acaba percebendo que nada vai ser igual, pois que amanhã já é outro dia. E tudo sempre passa.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
boat and sea.
Estranho mesmo era todo aquele momento pelo qual eu sempre esperei e talvez até tenha temido. Você e eu. Tão perto. Dessa vez sim, eu podia te tocar, olhar bem lá no fundo dos seus olhos e ver tudo aquilo que você sempre disse e que eu nunca tive a coragem de acreditar. Todas aquelas 'palavras de efeito'. Digo, que me surtiam efeito. Parecia mesmo que essa era a hora, entende? Quem sabe eu pudesse me entregar agora. E lá vou eu, mais uma vez, como se eu fosse um barco, o seu barco. E você... Ah! Você agora é o meu mar, o que me leva para longe. Estou de alma e coração entregues.
terça-feira, 13 de julho de 2010
Esquecer, v.t. Abandonar.
E ela só queria que as coisas dessem certo, mas não davam. E o que ela poderia fazer? Ela não sabia. Papéis jogados pelo chão, como numa tentativa frustrada de querer se desfazer das memórias apenas jogando-as desorganizadas em cadernos. Como se adiantasse de alguma coisa tentar esquecer se a vontade - mesmo que fosse lá no fundo - era a de sempre lembrar. Músicas tocando em alto volume no rádio. Tudo o que ela queria e precisava era abafar todos aqueles pensamentos confusos que teimavam em se embaralhar cada vez mais dentro da sua cabeça. Ela só queria esquecer. E tinha que esquecer. Que palavra dificil de ser efetuada, tanto que ela queria que fosse cada vez mais inconstante em seu dicionário. Mas era o que precisava ser feito e, com uma urgência enorme. E mesmo contra sua vontade, era o que ela iria fazer. Esquecer.
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