Me deixa sorrir e dizer o enorme clichê que me tornei ao perceber que isso tudo é só amor, porque eu sinto... mesmo sem ouvir ou falar nada. Até mesmo de longe.
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Já não vejo porque voltar.
Me deixa sorrir e dizer o enorme clichê que me tornei ao perceber que isso tudo é só amor, porque eu sinto... mesmo sem ouvir ou falar nada. Até mesmo de longe.
terça-feira, 3 de abril de 2012
I'll be your sea.

Lembro-me bem quando dissera:
— Sempre que sentir saudades olhe para o mar. — Logo pensei: Esse mar é tão vasto quanto todas as minhas lembranças. É imensidão demais para se apegar.
E todas aquelas vezes em que eu corri as mãos no espaço vazio ao lado do meu, aquele outro lado da cama o qual você nunca quis prencher. Foi tudo uma mera aventura para ti... e não para mim. Mas que grande novidade... sempre caio na rede do apego. Sou sempre sugada por essa enorme areia movediça, tento sair e sou sempre puxada de volta e quando vejo já acabou por ser tarde demais. Sempre traindo meus próprios ideais. Digo que não vai ser assim, que não vou repetir... mas meu mar manso adora se juntar em águas turbulentas. Sou movida pela tentação, pelo perigo. Gosto de me jogar em lugares desconhecidos que não sei onde vão dar, gosto do fato de ser desconhecido. Então deixo que a brisa me leve...
Quero conhecer outro mar mesmo sem saber nadar. Deixar-me afogar.
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