Me perguntam de você... e eu sempre respondo que não sei, que o nosso tempo já passou e que de ti só quero mesmo é distância, já que vivemos tudo o que tínhamos pra viver.
E eu minto fingindo que consigo enganar alguém...
enganar a mim...
mas é bobagem.
Pra mim ainda falta tanta coisa, me falta até você. Ontem pensei, sabe aquele cordão que você me deu? Ele arrebentou umas sete vezes desde que paramos de nos falar. Sete vezes em o que? Quatro dias? Sete vezes deve ser algum tipo de azar ou de karma... ou só uma grande ironia do destino. Talvez ele tenha arrebentado como os nossos nós atados; E eu, tola, ri me perguntando o que mais entre nós ainda iria virar nada nesse meio tempo cheio de tempo... e percebi que nada mais existe. Eu até pensei em parar de usar o cordão... mas o que mais perto existe entre nós como um elo além desse cordão? Só a falta que por fim ainda nos faz companhia além de tudo. Sinto por vezes que não vou aguentar mais. Só que talvez eu tenha que esperar a ligação que nunca chega e o pedido também...
Céus... você não vai voltar?... estou cansada de fingir não me importar.
terça-feira, 27 de março de 2012
segunda-feira, 12 de março de 2012
Sorrindo. Só rindo. Só indo.
Pés na areia, cabeça muito mais longe do que qualquer outro planeta.
A ideia do para sempre nunca me assustou tanto, ou para ser mais precisa, a ideia do fim dele. Temo o fim, a mim e à ti. Apenas temo. Se escolha eu tivesse, talvez te colasse em mim e te prendesse na nossa liberdade, mas você sempre foi muito mais além. É mais além. Liberdade presa em corpo de menina pequena. Não digo que meu mundo cabe em meus braços, pois você consegue ser bem mais que isso. Planeta é pouco, bem pouco diante da imensidão tamanha contida nesse teu sorriso. Você é a via láctea inteira, cometas, planetas, estrelas e sol. Meu sol.
Se vais cedo, saudade me bate, as horas infinitas viram. Se ficas, só olhar-te não me basta. Existe saudade até na presença. E o que farei eu? Pois lhe respondo: Nada farei. Nadinha. Quero que me ilumine por vontade própria com sua luz cegante e infinita, não me importo de cegar-me os olhos se tiver as mãos para tocar e sentir tua presença mesmo que no escuro, perto de mim. Não te cobro palavras bonitas em cartões postais, pois palavras são pequenas demais e o que preenche são sentimentos. Nós não apenas nos completamos, acabamos por nos transbordar. Que mais posso querer eu?, se meu universo já está recheado de sorrisos. Só risos.
Felicidade sorriu.
A ideia do para sempre nunca me assustou tanto, ou para ser mais precisa, a ideia do fim dele. Temo o fim, a mim e à ti. Apenas temo. Se escolha eu tivesse, talvez te colasse em mim e te prendesse na nossa liberdade, mas você sempre foi muito mais além. É mais além. Liberdade presa em corpo de menina pequena. Não digo que meu mundo cabe em meus braços, pois você consegue ser bem mais que isso. Planeta é pouco, bem pouco diante da imensidão tamanha contida nesse teu sorriso. Você é a via láctea inteira, cometas, planetas, estrelas e sol. Meu sol.
Se vais cedo, saudade me bate, as horas infinitas viram. Se ficas, só olhar-te não me basta. Existe saudade até na presença. E o que farei eu? Pois lhe respondo: Nada farei. Nadinha. Quero que me ilumine por vontade própria com sua luz cegante e infinita, não me importo de cegar-me os olhos se tiver as mãos para tocar e sentir tua presença mesmo que no escuro, perto de mim. Não te cobro palavras bonitas em cartões postais, pois palavras são pequenas demais e o que preenche são sentimentos. Nós não apenas nos completamos, acabamos por nos transbordar. Que mais posso querer eu?, se meu universo já está recheado de sorrisos. Só risos.
Felicidade sorriu.
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