terça-feira, 31 de agosto de 2010
Chuva.
Preciso sair. - Repetia mil vezes. Vou sair! - Falou pegando as chaves e o maço de cigarros. Trancou o apartamento. Esperou o elevador ansioso, como demorava. Era alguma força agindo contra, ele pensou. Olhava para o teto inúmeras vezes, parando apenas para olhar os sapatos em alguns momentos. Logo entrou, desceu, saiu. Sorriu até para o porteiro. De onde vinha tanta alegria? Nem ele sabia. Sabia apenas que sentia e sentir já era o bastante naquele dia. Foi andando pelas ruas, sorria para qualquer pessoa. Algumas olhavam emburradas, outras confusas. Mas ele só lhes dava seu melhor sorriso. Andou, andou e andou. Parecia nunca se cansar, mas queria fazer algo além de andar. Queria natureza. Havia chovido tanto, por dias. A cidade parecia tão vazia as vezes. Seu apartamento lhe estava deixando vazio por dentro, vazio de tudo, de sentimentos. E naquele dia estava achando tudo bonito, inclusive o céu, que parecia estar bravo, fechado. Ia chover. Caminhou até o parque e se sentou em frente ao lago. Ficou por horas olhando para o céu, queria se molhar. Sentia que assim iria se limpar de todos aqueles pensamentos ruins que tivera durantes os dias chuvosos trancados em casa. Mas naquele dia esperou por algo que não veio. A chuva.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
domingo, 29 de agosto de 2010
1x0
Penso as vezes - comigo mesma - que tudo o que sinto se chama saudade. Mas logo vejo que não é isso e nem qualquer outra coisa. Ou melhor, não é nada além da lembrança dos momentos bons que tivemos. Não nego que te esqueço as vezes, mas em outras horas te lembro. É o máximo que posso fazer por nós. Lembrar. E me lembrar bem do seu jeito não é o suficiente? Me parece que sim. As vezes me pego rindo sozinha das vezes que eu ria por te ver rir. Chega a ser engraçado e estranho. Boas lembranças, bons momentos. Que talvez não voltem. Mas vai saber, não é? Não podemos dizer que: "Nunca nada vai a voltar a ser como antes." Porque querendo ou não, muitas coisas sempre voltam sem que esperemos.
Não sinto raiva, não sinto nada. Sinto saudade, de vez em quando. Quando penso que poderia ter sido diferente. Caio F.
sábado, 28 de agosto de 2010
Tempo vs. Saudade.
O dia corre lento, se arrastando sem vontade pelas horas. Horas que não passam. Relógio que não se move. Dia que parece não acabar. Noite que parece não querer chegar. Falta de planos, acumulo de tempo. Escrever me faz voar por um momento pelos minutos do relógio, mas logo eu volto. Percebo enfim que o problema não é com o dia, nem com o tempo. O problema mesmo é a saudade. É a falta que você faz quando não está aqui.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Destino, s. m. Sorte.
Acreditas? Eu sim. Imagine só, duas pessoas distantes, diferentes, incompletas se encontram num lugar qualquer perto de esquina nenhuma. Apenas se esbarram, se olham, sorriem e naquele exato momento se [re]conhecem. Não é estranho? Eu - particularmente - acho que as coisas acontecem porque devem acontecer. Sei lá. Senão a vida seria uma chatisse só. Todo mundo conhece todo mundo, um se relaciona com o outro como se fosse uma dança da cadeira, cada um senta um pouquinho. E qual a graça disso? Nenhuma. Agora, você conhecer alguém - sem realmente esperar - e se imaginar com aquela pessoa, sonhar, sorrir e querer, é sorte. Sorte é sentir-se completo, é ter quem te completa. E mesmo que demore, um dia o destino te encontra, basta acreditar.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
- Estou com medo.
- De quê?
- De me perder em você.
- Não nos perdemos em ninguém. Nos encontramos.
- É diferente.
- E por que seria?
- Porque já me encontrei em você e acabei ouvindo o que não queria.
- O quê?
- "Não é essa a nossa hora."
- E se eu lhe disser que a nossa hora chegou?
- Ainda sim eu teria medo. Posso me perder de novo, me encontrar tantas outras vezes. Mas e você?
- Eu?
- Você quer se encontrar?
(Silêncio.)
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
+365
Mais de um ano se passou. Tem idéia de quanto tempo é isso? Eu tenho. E eu continuo aqui, com todos aqueles sentimentos vivos até hoje. E eu só espero por uma chance. Uma chance impaciente, que fica nesse "vai e vem" descontrolado. Que me deixa nervosa, mas que não me faz desistir. Tenho planos incertos e certos. Tenho sonhos. E mais do que isso, agora tenho você.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
...
" Agora eu sou extensa, como um oceno. Agora eu sangro rosas e você é apenas uma marca no mapa do meu passado. Mas eu sou um caminho, eu vou como um vento sozinha o dia todo até o litoral."
É. Talvez eu seja muito mais extensa do que apenas um oceano, e melhor do que isso, eu não sangro rosas... Eu não acho que isso tem valido mais a pena. Mas sempre tem a parte boa de todas as histórias, você agora é somente uma marca no meu passado, apenas um pequeno pontinho vermelho escondido e esquecido num pedaço de mapa velho e isso não vai mudar. Porque eu não quero que mude. E eu me decidi, sou como um vento: livre. E vou seguir sozinha por outros mares. Posso encontrar outras histórias, outros pontos a mais no mapa. Ou não. Mas quem se importa? A vida é feita pra viver. E eu... Bom, eu 'tô indo viver agora.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
E agora?
Me espanta como o tom do seu nome soa amargo ao sair da minha boca. E eu me pergunto porque diabos isso acontece. Mas eu não sei... Realmente não sei. É estranho responder a todas as perguntas que me fazem. Todas as noites, antes de dormir, fico pensando onde que os momentos bons ao seu lado foram parar; Onde a minha vontade de você foi se esconder. Por que anda tudo tão diferente? Eu, você, nós. Quando é que tudo isso começou a se afundar? Onde foi que a gente se perdeu? Não sei se a culpa foi minha ou sua... Ou nossa. O meu medo agora é que sei que é tarde demais para querer - ou pelo menos tentar - consertar alguma coisa. E agora? Não sei.
domingo, 15 de agosto de 2010
Deixar.
Acho que ando desistindo. Digo, não de mim. Mas de nós. Sabe? Eu não sou de desistir, mas, essa situação é muito complexa, me agarra, me embola e me joga pr'um mar de confusões sem tamanho. Uma hora eu quero e outra já não quero mais. Vai saber se o que você diz não é da boca pra fora, não é mesmo? Não estou aí. Dentro de você pra saber cada detalhe dos seus desejos e sentimentos, a veracidade das suas palavras. Ando meio fatigado desses falsos romances, quero algo inteiro, só pra mim. Quero alguém que esteja totalmente entregue. Que me ligue, até mesmo sem assunto, que dê noticias. Quero alguém que eu possa ligar em segredo, nem que seja só pra ouvir aquela respiração do outro lado da linha, ou um "Alô." embriagado de sono. Quero tanta coisa, só quero. E só querer nunca vai ser o suficiente. Mas eu não posso querer sozinha e nem correr atrás. Sempre dizem que quando corremos atrás, vem algo inesperadamente bom só no começo e depois se desgasta com rapidez. Tenho que deixar acontecer. Deixar.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Um tanto Caio F.
"Típico pensamento-nada-a-ver: sossega, o que vai acontecer acontecerá. Relaxa, baby, e flui: barquinho na correnteza, Deus dará."
A questão é toda essa: deixar fluir. Como se fosse muito fácil controlar a ansiedade de querer correr atrás do que não se deve correr. Mas se quer saber, o certo é isso mesmo. Ser um barquinho. E melhor ainda, um barquinho à deriva. Sem saber que rumo tomar, onde vai chegar. Apenas se deixar levar. É como eu sempre digo: Tudo tem sua hora certa de acontecer. Se não aconteceu, é porque não era pra ser. Está certo. Barquinho no mar.
A questão é toda essa: deixar fluir. Como se fosse muito fácil controlar a ansiedade de querer correr atrás do que não se deve correr. Mas se quer saber, o certo é isso mesmo. Ser um barquinho. E melhor ainda, um barquinho à deriva. Sem saber que rumo tomar, onde vai chegar. Apenas se deixar levar. É como eu sempre digo: Tudo tem sua hora certa de acontecer. Se não aconteceu, é porque não era pra ser. Está certo. Barquinho no mar.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Let it be.
Como se eu ainda sentisse alguma coisa muito forte tomando conta de mim cada vez que eu te avistava. Talvez fosse meu coração, batendo descontroladamente dentro do meu peito. E a vontade que eu tinha de cantarolar apenas por ter contemplado aquele seu sorriso ao me ver. Não sei, mas alguma coisa aqui dentro. Restava, permanecia. Algo que não cabia sequer uma explicação. Algo unico, jamais sentido antes. Não. Não sei te dizer ao certo se isso é bom ou ruim. Maybe. Quem sabe não fosse bom, mas mesmo assim, ainda sinto. Não é algo que se pode controlar. Não que isso seja uma critica, longe de mim. Até porque, eu gostava do que estava se passando. Dos sentimentos, de estar conhecendo os meus eu's desconhecidos. Entende? Acho que é isso que eu começo a chamar de re-conhecer-se. Estou me re-conhecendo cada vez mais. Re-conhecendo os meus medos, meus receios. Re-conhecendo meus frios na barriga quando o telefone toca e do outro lado é a sua voz. Re-conhecendo aquele meu sorriso bobo quando ouço falar no seu nome, ou quando re-penso em você. Talvez, quem sabe, isso tenha vindo no momento certo. Ou se não, tanto faz. Me deixa viver. Deixe que eu re-aprendo a sentir tudo tantas outras vezes mais. A vida é isso. Let it be.
domingo, 8 de agosto de 2010
Hello, Dad.
Há dias ela se questionava sobre o que deveria fazer. A data estava próxima, bem próxima e junto com ela, vinha o receio cada vez mais forte. Alguma decisão ela havia de tomar, era agora ou nunca. Teria que deixar seu orgulho de lado ou iria viver com aquela duvida por muito tempo. Pois bem, não tinha o número. Seria essa uma boa desculpa por não ter ligado? Não. Essa nunca seria a desculpa perfeita. Afinal, se ela não tinha, alguém poderia ter. Ninguém vive isolado do mundo. Ela só precisava de alguns contatos que o tivessem e ela sabia que conhecia alguém. "Ande logo, deixe de ser tonta!" Era o que a voz no seu inconsciente gritava. Essa era a chance, ela sabia disso. Era a hora. E então tomou coragem. Finalmente.
Após algumas ligações, ali estava ela, com o papel na mão e nele, havia apenas um número, que poderia mudar muita coisa ou não. Que poderia não significar nada pra ninguém, mas para ela, era como se fosse um passo enorme pra descoberta da humanidade. Por isso era tão dificil. Por dentro, ela estava ansiosa, um pouco "elétrica". Por fora, não esboçava reação alguma, como se aquilo ali não fosse nada. Mas era. Ela sabia que era, por isso estava assim. "Chega de enrolação." Ela falou para si mesma. Pegou o telefone e o deixou sobre o colo, fitava o número por várias e várias vezes, intercalando com algumas fitadas no telefone. "Ande logo!" Malditas vozes. Tirou o telefone do gancho e o colocou sobre os ouvidos, havia tomado uma dose repentina da tal coragem. Agora sim. Do outro lado, a ligação estava completando, aquele barulho da chamada lhe dava cada vez mais nervoso. Mas não ia voltar atrás. Logo em seguida, ouviu uma voz.
- Alô?
Era uma voz grossa. Só podia ser ele. O corpo dela estremeceu, achou por um momento que sua voz não iria querer sair.
- Oi. Tô te ligando pra te desejar Parabéns, por hoje.
- Ah, obrigado! Achei que nunca iria ligar. Me desculpe por não ter mantido contato, achei que não era uma coisa que você iria querer. Eu não sei. Você também não me procura.
Claro, sempre essa desculpa. Mas eu sei que o errado era ele. Mas não vou entrar nisso agora.
- Tudo bem. Eu sei que a situação toda é dificil. Não precisa se explicar. Bom, só liguei por isso, tenho que ir agora.
- Obrigado mais uma vez. Se cuide. Ah, eu te amo! Sinto sua falta.
- Aham. Se cuide também.
- Tá bom. Até mais.
E assim, ficou em silêncio. Mas não por muito tempo.
- Pai?
- Sim, filha?
- Eu te amo.
Após algumas ligações, ali estava ela, com o papel na mão e nele, havia apenas um número, que poderia mudar muita coisa ou não. Que poderia não significar nada pra ninguém, mas para ela, era como se fosse um passo enorme pra descoberta da humanidade. Por isso era tão dificil. Por dentro, ela estava ansiosa, um pouco "elétrica". Por fora, não esboçava reação alguma, como se aquilo ali não fosse nada. Mas era. Ela sabia que era, por isso estava assim. "Chega de enrolação." Ela falou para si mesma. Pegou o telefone e o deixou sobre o colo, fitava o número por várias e várias vezes, intercalando com algumas fitadas no telefone. "Ande logo!" Malditas vozes. Tirou o telefone do gancho e o colocou sobre os ouvidos, havia tomado uma dose repentina da tal coragem. Agora sim. Do outro lado, a ligação estava completando, aquele barulho da chamada lhe dava cada vez mais nervoso. Mas não ia voltar atrás. Logo em seguida, ouviu uma voz.
- Alô?
Era uma voz grossa. Só podia ser ele. O corpo dela estremeceu, achou por um momento que sua voz não iria querer sair.
- Oi. Tô te ligando pra te desejar Parabéns, por hoje.
- Ah, obrigado! Achei que nunca iria ligar. Me desculpe por não ter mantido contato, achei que não era uma coisa que você iria querer. Eu não sei. Você também não me procura.
Claro, sempre essa desculpa. Mas eu sei que o errado era ele. Mas não vou entrar nisso agora.
- Tudo bem. Eu sei que a situação toda é dificil. Não precisa se explicar. Bom, só liguei por isso, tenho que ir agora.
- Obrigado mais uma vez. Se cuide. Ah, eu te amo! Sinto sua falta.
- Aham. Se cuide também.
- Tá bom. Até mais.
E assim, ficou em silêncio. Mas não por muito tempo.
- Pai?
- Sim, filha?
- Eu te amo.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Camuflagem.
Não sei o quão errado isso parece ser, mas as vezes sinto como se tivesse que me camuflar para conseguir viver a minha própria vida. Como se tudo isso que eu acredito ser meu, na verdade fosse de uma pessoa que não existe. De um eu meu que nem vida tem. E eu erro em achar que isso pode estar certo, que talvez tenha que ser assim pra conseguir seguir. E qual é a parte que eu vivo sem ter medo de errar ou de ser taxada de errada por pessoas que nem ao menos me conhecem? O pior, é que eu não sei. E nada mais poderei fazer, a não ser, deixar acontecer.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Pra você.
- Você se lembra daqueles dias que passavamos deitados na grama do parque?
- Lembro. Ficavamos olhando o céu, dando forma as nuvens. E quando a noite chegava,
- Lembro. Ficavamos olhando o céu, dando forma as nuvens. E quando a noite chegava,
era como se eu pudesse tocar as estrelas. A cada dia que passava,
eu me via um pouco mais nas suas mãos.
- Me arrependo de ter te deixado partir, e agora me vejo sozinho,
deitado naquele mesmo lugar, querendo fazer com que os dias voltem.
- Mas eu não parti.
- Não?
- Não...
Eu ainda estou aqui e, não é só por mim. É por nós. Pra você.
- Mas eu não parti.
- Não?
- Não...
Eu ainda estou aqui e, não é só por mim. É por nós. Pra você.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Aleatoriedade.
Toda essa vontade de gritar por conta de todas essas histórias falsas, esses momentos de felicidade extremamente passageiros. Esse meu eu, que nem sempre se é reconhecido, nem por mim mesma que sempre se faz presente pra tentar se conhecer. O problema é se importar com quem não se importa. Com quem não tá nem aí e só tá pagando pra ver. Não é ser você. Nem eu. É ser ninguém. Um ninguém com absolutamente nada. E o que se ganha? Palavras. Palavras vazias, sem cor, sem som, sem direção. Todas elas se perdendo num vazio infinito, misturadas em um nada que não existe. E que não vai existir nem se você quiser. As vezes viver sozinha te traz certa liberdade, mas junto com ela vem a sensação de estar só. E o quão ruim é isso? Só se sabe quando se vive, quando se sente. Tudo se resume em um mundo preto e branco. Quando não se tem mais vontade, nem força. Muito menos querer. Não é só querendo parecer ser forte que vai funcionar. Até porque, no final de tudo, quem acaba sendo forte, são os fracos.
domingo, 1 de agosto de 2010
30/07/2010 - 31/07/2010
Acordar, pensar no que fazer. Ligar pra Carol, esperar por novidades. Saber que amigas vão para a praia a noite. Chamar Carol. Marcar tudo. Se arrumar, pegar o ônibus, descer na casa de Larissa. Ir na Sendas, depois praia, esperar. 18:30. Ninguém. Conversar, filmes pornô, Shane, homem de ouvido em pé. Vovô na vibe fumando charuto olhando o mar. Rir. Tocar violão. Fumar. Bater fuscas. Planos falidos. Fome, ir na Sendas. Planos voltando. Esperar. 20:45. Encontrar Carol. Sendas. Praça. Ligar. Esperar. Ninguém. Comer. Goiano. Ideias, planos. Dormir na casa de Larissa. "Posso?" / "Sim." Se despedir de Goiano. Mais planos, "mafiar". Casa de Larissa. 23:00 Telefone. Pai. Risos. Mais planos 2. "Madrasta". Endereço. "Tá tudo bem?" / "Claro que sim." Rir mais. Pijamas. Sofá. Pedido de namoro. 01:38. Cama. Baralho. Cócegas. Mais ideias. Rua, Sendas de pijamas. Cerveja. Risos. Voltar pra casa. Se rabiscar, fotos, vídeos. "Sou foda, na cama te esculacho." Gírias, internas. Peixes que voam, cadeiras ao som das arabias que voa. Vídeos. Funk. Mais risos. Muito amor, carinho, cumplicidade. Conversas. Jogos. Twitter. Orkut. Amiga. Namorada. "Irmãs". Ambas minhas. Noite boa. Twitter. RT. 03:57. Sofá. Carinho. The L Word. Cama. Amor, palavras. Implicancias. 05:20. Varanda. Cigarro. Conversas. Twitter. Bubble Shooter. Blog. Rebeca online. Carência de contatos online. "Não como crianças." Ciúmes. Beijos. "Mimimi's". 06:28. Pijamas. Casaco. Praia. Nascer do sol. Banco. Cigarro. De volta pra casa. Sofá. Arrumar. Ouvir Sertanejo, animar. Deitar no sofá. Mais música. Ana Carolina, Maria Gadú, Marisa Monte, e por aí vai. Cochilar. 09:00. "Quanto tempo eu dormi?" / "20 minutos." Ir embora? Dois beijos, bochecha. Tensão. Lágrimas presas. Receio. Conversas. Medos. Entendimento. Pijama. Banho. Ouvir Paramore, vicio, músicas antigas. Cortar cabelo. Banho. Sofá. Abraço. Cochilo, pesadelo. Fotos ploc. Cone Crew Diretoria. Grande saldo de gírias, emoticons falados. Se arrumar. Despedidas. Ir embora. Dormir no ônibus. Passar do ponto. Sacudir. Chegar em casa. Dormir 5 horas. Fazer valer a pena.
Acho que amo vocês. Quero mais e agora? refle/
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