quarta-feira, 18 de agosto de 2010
E agora?
Me espanta como o tom do seu nome soa amargo ao sair da minha boca. E eu me pergunto porque diabos isso acontece. Mas eu não sei... Realmente não sei. É estranho responder a todas as perguntas que me fazem. Todas as noites, antes de dormir, fico pensando onde que os momentos bons ao seu lado foram parar; Onde a minha vontade de você foi se esconder. Por que anda tudo tão diferente? Eu, você, nós. Quando é que tudo isso começou a se afundar? Onde foi que a gente se perdeu? Não sei se a culpa foi minha ou sua... Ou nossa. O meu medo agora é que sei que é tarde demais para querer - ou pelo menos tentar - consertar alguma coisa. E agora? Não sei.
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